O cinema brasileiro passou muito tempo relegado a segundo plano, produzindo muito conteúdo que mal era divulgado. Após o fim da Embrafilme, que exigia a veiculação de uma quantidade mínima de obras nacionais durante a ditadura, o cinema de massa sobreviveu graças a Globo Filmes.

Sempre se produziu muito e coisas de muita qualidade por aqui, mas é inegável a qualidade das comédias. Por isso montamos essa lista com os melhores filmes de comédia nacional!

Confira e nos diga nos comentários se faltou alguém nessa seleção.

Melhores filmes de comédia nacional

O Auto da Compadecida

O filme mostra as aventuras de João Grilo e Chicó, dois nordestinos pobres que vivem de golpes para sobreviver. Eles estão sempre enganando o povo de um pequeno vilarejo no sertão da Paraíba, inclusive o temido cangaceiro Severino de Aracaju, que os persegue pela região. Somente a aparição da Nossa Senhora poderá salvar esta dupla.

Deus É Brasileiro

Cansado da humanidade, Deus resolve tirar férias para descansar e procura alguém no Brasil capaz de substituí-lo. O borracheiro e pescador Taoca e a solitária Madá deverão guiá-lo até Quincas das Mulas, candidato de Deus a santo.

O Casamento dos Trapalhões

Os irmãos Didi, Dedé, Mussum e Zacarias são pessoas simples que vivem em uma fazenda. A irmã deles lhes escreve uma carta pedindo para que deixem seus sobrinhos, os integrantes do Grupo Dominó passarem um período na fazenda, pois os garotos iriam se apresentar na cidade. Os Trapalhões vão, então, encontrar com os sobrinhos, mas eles acabam se envolvendo em muita confusão e precisando se livrarem de um vilão.

Minha Mãe É Uma Peça

Dona Hermínia é uma mulher de meia idade, divorciada do marido, que a trocou por uma mais jovem. Hiperativa, ela não larga o pé de seus filhos Marcelina e Juliano, que já estão bem grandinhos. Um dia, após descobrir que eles a consideram uma chata, resolve sair de casa sem avisar ninguém, deixando todos, de alguma forma, preocupados com o que teria acontecido. Mal sabem eles que a mãe foi visitar a querida tia Zélia para desabafar suas tristezas do presente e recordar os bons tempos do passado.

Bingo: O Rei das Manhãs

Cinebiografia de Arlindo Barreto, um dos intérpretes do palhaço Bozo no programa matinal homônimo da televisão brasileira durante a década de 1980. Barreto alcançou a fama graças ao personagem, apesar de jamais ser reconhecido pelas pessoas por sempre estar fantasiado. Esta frustração o levou a se envolver com drogas, chegando a utilizar cocaína e crack nos bastidores do programa.

Lisbela e o Prisioneiro

Lisbela está noiva e de casamento marcado, quando Leléu chega à cidade. O casal se encanta e passa a viver uma história cheia de personagens tirados do cenário nordestino: Inaura, uma mulher casada e sedutora, que tenta atrair o herói e trair o marido valentão e “matador” Frederico Evandro; um pai severo e chefe de polícia, Tenente Guedes; um pernambucano com sotaque carioca e gírias paulistas, Douglas, visto sob o prisma do humor regional; e um “cabo de destacamento”, Cabo Citonho, que é suficientemente astuto para satisfazer os seus apetites.

Lisbela e Leléu vão sofrer pressões da família, do meio social e também com as suas próprias dúvidas e hesitações. Mas, em uma reviravolta final, cheia de bravura e humor, eles seguem seus destinos. Como a própria Lisbela diz, a graça não é saber o que acontece. É saber como acontece e quando acontece.

Os Saltimbancos Trapalhões

Funcionários humildes, os amigos Didi (Renato Aragão), Dedé (Dedé Santana), Mussum (Mussum) e Zacarias (Zacarias) se tornam a grande atração do circo Bartolo, graças à sua incrível capacidade de fazer o público rir. Mas o sucesso lhes têm um preço: a oposição do mágico Assis Satã e a ganância do Barão, o dono do circo. Juntos, os quatro amigos precisarão combatê-los.

Os Normais

Rui e Vani estão prestes a se casar, com parceiros diferentes. Ambas as cerimônias estão marcadas para a mesma sacristia, e é aí que eles se conhecem e conversam pela primeira vez, dando início a uma série de confusões muito longe do normal.

Jeca Tatu

Baseado no personagem de Monteiro Lobato, Jeca Tatu é um caipira muito preguiçoso que vive em uma cidade do interior de São Paulo com sua esposa e filha. Ele briga constantemente com um latifundiário italiano que quer se casar com sua filha. Repleto de muito humor, o filme trata a questão da reforma agrária no Brasil.

Ikie ArjonaFilmes e Seriados
O cinema brasileiro passou muito tempo relegado a segundo plano, produzindo muito conteúdo que mal era divulgado. Após o fim da Embrafilme, que exigia a veiculação de uma quantidade mínima de obras nacionais durante a ditadura, o cinema de massa sobreviveu graças a Globo Filmes. Sempre se produziu muito e...